Cervejarias
paranaenses, que têm investido cada vez mais em cervejas especiais, notam
diferenças no interesse do curitibano em relação à bebida
Júlia Bevilaqua Stefanel
Aberto no fim de 2012, o Barbarium
Beer Pub surgiu com a proposta de trazer a cerveja artesanal “sem frescura”
para a noite curitibana, como se refere Diego Renan Pestana, 27, um dos sócios
do estabelecimento. O bar, decorado com quadros-negros que expõem a carta de
bebidas, atrai pessoas dos mais diferentes estilos, mesmo que a trilha sonora
seja predominantemente composta pelo rock n’ roll.
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| O Pub fica na Rua Chile, quase em frente à Unicuritiba.
(Fotos: Júlia Stefanel) |
Além da vasta carta de cervejas e das mais
de 20 opções de chopp oferecidas, o bar investe na gastronomia. A porção mais
pedida é a de fritas “da casa”, cobertas com uma generosa camada que queijo
cheddar e acompanhadas por molho barbecue. Em segundo lugar, fica a porção de
onion rings, anéis de cebola fritos, envoltos por uma massa crocante que leva
cerveja na receita. O lugar ainda oferece hambúrgueres artesanais e não se
esquece dos vegetarianos, oferecendo a opção do hambúrguer de berinjela.
Apesar do caprichado menu tipicamente de boteco, o bar conta, ainda, com mais opções gourmet. Além de também oferecer pratos à la carte, às terças-feiras há uma programação para quem tem interesse em harmonizar cervejas com pratos. A “Terça Harmonizada” custa R$ 70 por pessoa e oferece ao cliente entrada, prato principal e sobremesa. Toda a refeição é acompanhada por uma cerveja da casa.
Se a intenção dos sócios do Barbarium, ao abrir o pub, era trazer o hábito de beber e conhecer cervejas artesanais, para o curitibano, Diego acredita que o objetivo tem sido alcançado. “É bem legal acompanhar essa mudança. Quando a gente abriu o bar, a cerveja que mais saía, com certeza, era a Pilsen, o tipo mais comum no Brasil. Hoje em dia, a que mais tem saído é a cerveja de trigo, mas a gente vê que cada vez mais as pessoas querem experimentar variedades diferentes”.
As cervejas de trigo, que estão entre as mais populares, são cervejas de alta fermentação, como explica Luciano Wengrzinski, dono e mestre cervejeiro da Wensky Beer. “São cervejas da família das ale, que tem por maior característica a cor turva e os aromas e sabores frutados. No geral, são bebidas de corpo mais acentuado e uma carbonatação mais elevada”.
Apesar do caprichado menu tipicamente de boteco, o bar conta, ainda, com mais opções gourmet. Além de também oferecer pratos à la carte, às terças-feiras há uma programação para quem tem interesse em harmonizar cervejas com pratos. A “Terça Harmonizada” custa R$ 70 por pessoa e oferece ao cliente entrada, prato principal e sobremesa. Toda a refeição é acompanhada por uma cerveja da casa.
Se a intenção dos sócios do Barbarium, ao abrir o pub, era trazer o hábito de beber e conhecer cervejas artesanais, para o curitibano, Diego acredita que o objetivo tem sido alcançado. “É bem legal acompanhar essa mudança. Quando a gente abriu o bar, a cerveja que mais saía, com certeza, era a Pilsen, o tipo mais comum no Brasil. Hoje em dia, a que mais tem saído é a cerveja de trigo, mas a gente vê que cada vez mais as pessoas querem experimentar variedades diferentes”.
As cervejas de trigo, que estão entre as mais populares, são cervejas de alta fermentação, como explica Luciano Wengrzinski, dono e mestre cervejeiro da Wensky Beer. “São cervejas da família das ale, que tem por maior característica a cor turva e os aromas e sabores frutados. No geral, são bebidas de corpo mais acentuado e uma carbonatação mais elevada”.
Por que beber cerveja
artesanal?
Os
brasileiros estão consumindo cerveja transgênica. As grandes cervejarias
nacionais vêm substituindo cerca de 45% da cevada por milho, quando aproximadamente
89,9% do milho produzido no Brasil é transgênico. Basta ler os ingredientes na
embalagem: água, malte de cevada, “cereais não maltados” e lúpulo. Nessa
situação, é válido saber o que é uma “cerveja de verdade”. Alguns cervejeiros,
inclusive, ainda seguem o Reinheitsgebot
– a Lei da Pureza alemã –, que
permite a utilização de apenas três ingredientes
na produção: água, malte e lúpulo.
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| A Curupira - American IPA - é vendida no Barbarium
Beer Pub. (Fonte: Untappd) |
Nas cervejarias artesanais, a qualidade é
muito superior. “O controle de qualidade é feito de forma muito rigorosa desde
o recebimento da matéria prima até o produto acabado. Costumamos experimentar
sensorialmente a matéria prima antes do uso, durante o processo de fabricação e
nas etapas posteriores até ser colocada na garrafa ou barril antes de ir aos
pontos de venda, e isso é feito em todas as cervejas produzidas”, afirma Wengrzinski.
Serviço:
Barbarium Beer Pub
Rua Chile, 1765, Rebouças
(41) 3408-5216
Terça, Quarta e Quinta: 18h – 00h
Sexta e Sábado: 18h – 03h
$$ 30,00 – 40,00
Cervejaria
Wensky Beer
Rodovia do Xisto – BR 476; 5781
Araucária – PR
(41) 3625-2915


Deeeeeeemais :)
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